...e um nó na garganta, desses que só um choro incontrolável poderia desatar.
Andando sem rumo, eis que encontro uma porta aberta e mais adiante uma tela enorme onde passava um documentário sobre a vida de Yves Saint Laurent. As cenas embaralhavam-se na minha frente e as lágrimas desciam. O choro era tão intenso que não consegui "disfarçar" a cena naquela sala.Todos ouviram o meu soluço. Várias coisas passaram na minha mente naquele momento. Precisava desabafar, mas como sempre, preferira fazê-lo sozinha.
O filme acabou e o choro cessou. Aliviada e sonolenta, fui andando para casa. No caminho, pensei no que tinha acontecido e procurei aceitar e tentar perdoar. Não é fácil.
O que me consola é que sei que amanhã, o dia de hoje fará parte do passado.
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