É só um aperto,
no fundo do peito.
Coração aberto.
Olhos despertos.
Mente insana, nua, lua.
Mente que engana, ama, cama.
Só há um jeito...
Despeito?
Não.
Me diz o que fazer!
Vencer...ou morrer.
domingo, 14 de março de 2010
O choro.

Quando eu era mais jovem,
costumava pensar que era tão forte!
Que jamais choraria...
lágrimas não faziam parte do meu dia-a-dia.
Eu não sei o porquê,
mas jamais choraria.
costumava pensar que era tão forte!
Que jamais choraria...
lágrimas não faziam parte do meu dia-a-dia.
Eu não sei o porquê,
mas jamais choraria.
Quando eu era mais jovem,
costumava acreditar em meus sonhos.
Sonhos bons não me fariam entristecer,
jamais iriam me fazer chorar.
Eu não sei o porquê,
mas jamais choraria.
Quando eu era mais jovem,
achava que sair do aconchego, do abraço,
do cuidado, da proteção, do sermão,
iriam me fazer crescer.
E que só existia esse caminho.
Esse caminho não me faria chorar.
Eu não sei o porquê,
mas jamais choraria.
Quando eu era mais jovem,
acreditava em alma gêmea.
Acreditava no amor, na lealdade,
na compreensão, no perdão.
Mesmo que chovesse,
não iria chorar.
Eu não sei o porquê,
mas jamais choraria.
Hoje acordo assustada,
gritando, chorando...
Não estou preparada.
Eu preciso sentir que sou forte.
Eu preciso acreditar em meus sonhos.
Eu preciso me virar sozinha.
Eu preciso acreditar que amar é perdoar.
E preciso me livrar do choro.
Eu preciso acreditar em meus sonhos.
Eu preciso me virar sozinha.
Eu preciso acreditar que amar é perdoar.
E preciso me livrar do choro.
Minha garganta se fecha.
O grito não sai.
Mas não sucumbirei.
O grito não sai.
Mas não sucumbirei.
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